Domingo, 08 Outubro 2017 08:00

COLETIVO DE MULHERES

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O Coletivo de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília definiu na sexta (15/09), uma pré-agenda de atividades e mobilizações para os “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher”. A idéia é realizar campanhas de conscientização por meio de panfletagens, atividades culturais e atos em pontos estratégicos da cidade. O Coletivo também decidiu uma pré agenda para o Dia Nacional de Luta por Creches.

A falta de compromisso do governo Rollemberg precarizou, de forma significativa, o atendimento às crianças de 0 a 3 anos no Distrito Federal. Só em 2016, o GDF deveu oito mil vagas em creches públicas, descumprindo a meta do Plano Distrital de Educação (PDE).

Para a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília, Sônia Correia, esse lamentável quadro precisa ser revertido. “A falta de vagas em creches públicas inviabiliza a permanência das mães no mercado de trabalho”, lembra a sindicalista.

A reunião ampliada, com a participação de movimentos sociais, estudantis e sindicatos, foi realizada na sexta (22/09) para organizar e fechar todas as atividades que serão desenvolvidas.

As atividades dos 21 dias de ativismo começarão em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, e ainda conta com datas emblemáticas como o Dia Mundial de Combate à AIDS (1º de dezembro) e o Dia do Laço Branco (6 de dezembro). O encerramento será no Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro).

Todas as mobilizações serão realizadas em conjunto com a Secretaria de Política Social, de Saúde do Trabalhador, Relações de Trabalho e de Combate ao Racismo da Central.
Para a Secretária de Mulheres da CUT Brasília, Sônia de Queiroz, trabalhar em unidade para empoderar a mulher, esclarecer seus direitos e conscientizar a população, é um papel fundamental dos sindicatos e movimentos sociais.

“Nossa motivação para trabalhar nesses 21 dias é lutar contra qualquer tipo de violência, seja ela verbal,física ou moral contra todos. Mas, a mulher trabalhadora é quem mais sofre. Por isso, a mobilização e luta serão intensa”, declarou.
Segundo pesquisa do Datafolha, uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência no ano de 2016. Só de agressões físicas, 503 mulheres brasileiras foram vítimas a cada hora.

Para a Secretária de Mulheres da entidade, Sônia de Queiroz, é mais um ano que a violência contra a mulher está presente na sociedade e com números elevados. “É importante que todos os dias a violência contra a mulher seja repudiada em nossa sociedade. Todos os anos, a secretaria de mulheres da CUT está presente na luta e nesse não será diferente. Precisamos de todas as companheiras para construir as atividades que serão realizadas”, declarou.


Fonte: CUT Brasília

SINDETRAN/DF: AO LADO DAS MULHERES

 

Última modificação em Domingo, 08 Outubro 2017 14:08

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