Patrícia Donato

Patrícia Donato

Quinta, 11 Janeiro 2018 16:17

MAIS UM CONVÊNIO PARA OS FILIADOS

Devido a muitos pedidos dos filiados o Sindetran firmou um convenio com o Colégio ALUB que oferece os seguintes descontos:

O filiado que estiver interessado deve entrar em contato com o sindicato para retirar sua carta desconto.

Este convênio já é um grande sucesso e acreditamos que trará muitos benefícios para a família Sindetran. Procuramos sempre ofertar alguns benefícios que possam trazer ganhos para todos. A educação dos filhos sempre é uma fonte de preocupação dos pais, pensando nisso o Sindetran traz mais uma opção para seus filiados.

 

SINDETRAN: Também lutando pela educação.

Domingo, 08 Outubro 2017 14:21

COMEMORA-SE MENOS MORTOS NO TRÂNSITO

 

Correio Braziliense publicou.

Três condutores são presos em operação por dirigirem embriagados.

Domingo, 08 Outubro 2017 11:30

PORTE DE ARMA: DESEJO OU NECESSIDADE?

Durante os anos onde se trabalhou pelo porte de arma para os agentes das autoridades de trânsito (fiscais de trânsito dos Estados, Municípios e DF) muitas especulações e opiniões foram colocadas por diferentes atores da população. Após a aprovação do PLC 152/2015 no dia 27/09/2017, o Sindetran/DF vem trazer alguns esclarecimentos para todos que desejam saber antes de opinar.

O Distrito Federal teve o porte de arma autorizado por quase 20 anos e nunca houve nenhum tipo uso irregular ou indevido por parte dos Agentes de Trânsito (Ofício Corregedoria Detran/DF). Também, desde a implementação do uso das Taser, nunca houve qualquer registro de uso indevido das mesmas. Apesar de todo alarde quando o Detran/DF adquiriu as armas de choque, ficou comprovado que os servidores foram (e estão) bem capacitados e estão aptos para seu correto manuseio.

Os agentes da autoridade de trânsito já foram capacitados tanto para o uso dos equipamentos taser quanto para portar armas de fogo. São profissionais equilibrados e sempre passam por reciclagem na utilização dos instrumentos que garantem sua integridade física. Para se tornar fiscal de trânsito no Detran/DF é necessário ser aprovado em concurso público de nível superior e depois ser aprovado em curso de formação conforme disposto na  Lei Distrital nº 2.990 de 11 de junho de 2002, assim descrito:

Art. 4º O concurso público de que trata o artigo anterior será realizado em cinco etapas, compreendidas por:
I - provas escritas de conhecimentos gerais e específicos;
II - teste de avaliação Psicológica, compatível com as atribuições do cargo;
III - teste de capacidade física, compatível com as atribuições do cargo;
IVprograma de formação, mediante Curso de Formação Profissional, realizado em estabelecimento de ensino voltado para a formação policial ou em estabelecimento próprio de ensino, que atenda os requisitos mínimos de formação e treinamento técnico-operacional para o exercício da função;
V - investigação social, eliminatória, concomitante ao curso de formação profissional.
§ 1º Todas as etapas do concurso têm caráter eliminatório.
...
§ 4º Do Curso de Formação Profissional; entre outras matérias que contribuam para a qualificação técnico-profissional, constarão, obrigatoriamente, armamento e tiro, legislação penal e processual penal, legislação de trânsito, técnicas de abordagem, direção defensiva e em situação de urgência e emergência, técnicas de abordagem e condução de detidos, primeiros socorros, direitos humanos e cidadania, proteção ao meio ambiente, relacionamento interpessoal e conduta ético-profissional.

Portanto, DESDE BEM ANTES  DE 2002 o Detran/DF vem treinando e capacitando seus servidores na APCDF - Academia de Polícia Civil do DF e na Academia dos Policiais Militares. Afirmamos isto porque os cursos de formação dos concursos de 1989, 1992 e 1995 foram todos realizados na APCDF.  Agora, após a aprovação do PLC 152/2015 e posterior (acreditamos) sanção presidencial, o Detran deverá publicar normas para o porte de armas de fogo, além de que deverá promover intenso treinamento e controle de mais este instrumento de trabalho.

O Sindetran/DF estará atento e exigirá do governo uma atuação que garanta ao AFT - agente de fiscalização de trânsito, total segurança para que a arma de fogo garanta que ele volte para sua família. Assim como ele trabalha para garantir a todo motorista que volte para casa, ele também precisa voltar em segurança. Infelizmente nem sempre encontramos só cidadãos honrados no trânsito, muitas vezes nos deparamos com bandidos. Algumas vezes também nos deparamos com motoristas embriagados, descontrolados e armados, como num caso recente em Águas Claras.

É importante esclarecer a população que por trás de um volante temos pessoas que podem ser possoas de bem e simples infratores de trânsito mas também podem ser pessoas mal intencionadas e até criminosos contumazes. Numa abordagem de rotina podemos encotrar com estes bandidos e devemos estar aptos a nos defender e assim podermos continuar com a nossa missão que é preservar vidas, inclusive a nossa.

O Agente da Autoridade de Trânsito não deseja portar arma de fogo, ele necessita para garantir sua integridade física.

SINDETRAN/DF: Informar para garantir direitos

 

Domingo, 08 Outubro 2017 11:08

GESTÃO NO TRÂNSITO: INEXISTENTE

Mais uma vez estamos buscando saber a que veio a direção do Detran. O Diretor Geral ainda não mostrou a que veio. Muita conversa e pouca ação parece ser a cara desta administração.

O Sindetran/DF não consegue saber quais são os planos para o órgão, parece ser uma tônica comum a todos os Gestores do Detran. Todas as vezes que pedimos uma posição da direção sobre a qualificação do servidor, sobre os rumos da gestão para o Detran ou qualquer outra informação via ofício, só obtemos resposta evasivas. Não há planos para curto nem longo prazo. Isso justifica muita coisa. 

Aparentemente o Detran continuará sendo um órgão odiado por só punir e nada fazer para melhor atender o cidadão. Nada está acontecendo no órgão:

Passou o Maio Amarelo e o Detran/DF parece que não sabe o que isto significa e sua importância. Nenhuma campanha por parte do Detran está sendo feita, pois se está é escondida. Campanha escondida? Educação não é importante? Parece que esta gestão só se importa em arrecadar. Nada está fazendo para educar e nem para garantir o respeito aos servidores.

Este ano o Detran está comemorando 50 anos e pouco se viu sobre isto. Será que teremos que esperar o centenário para que tenhamos importância? No aniverssário de 50 anos fomos notícia com um colega baleado. A fiscalização está sendo pressionada para atuar sem o menor apoio dos nossos colegas policiais. 

A atual gestão do Detran está “jogando” os servidores na boca do lobo. A população não respeita os servidores e nem sabe da importância do trabalho dos servidores para garantir sua segurança no trânsito. Por que? Porque simplesmente a população reflete o modo como o próprio Detran trata seus servidores: máquina de gerar renda.

O Sindetran/DF não pode ficar calado diante da falta de gestão evidenciada no órgão. Verificamos muita reunião e pouco resultado. Está parecendo que a direção geral se transformou em um confessionário, onde todos falam e saem apenas com uma promessa e nada de concreto. 

 

Esta gestão está sendo um tiro no pé dos servidores! 

Entendemos que os gestores precisam comer seu kilo de sal e buscar resultados efetivos! 

Domingo, 08 Outubro 2017 10:49

DIA DE LUTA POR CRECHE

O Sindetran/DF convoca todas as suas filiadas e seus filiados para comparecerem no dia 10/10 no Caic do Areal. Neste dia o Coletivo de Mulheres da CUT fará uma atividade do Dia de Luta por Creche. A Concentração será na CUT Brasília (subsolo do Ed. Conic) às 9h.

Será feita uma panfletagem alertando a população sobre a defasagem de vagas das creches públicas e o não cumprimento do Plano Distrital de Educação pelo governo do DF. O que vem prejudicando as mulheres por não terem onde deixar seus filhos e filhas.

Haverá também coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela anulação da reforma trabalhista.

O Sindetran/DF cada vez mais engajado na luta por igualdade de condições de trabalho, vê nesta ação um importante passo no empoderamento da mulher.

Contamos com a participação de todas e todos!

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Domingo, 08 Outubro 2017 08:05

DEMISSÃO DE SERVIDOR EFETIVO

Na quarta-feira (04/10) a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou com nove votos favoráveis à proposta e quatro contrários, regras para a demissão de servidor público estável por "insuficiência de desempenho", aplicáveis a todos os Poderes, nos níveis federal, estadual e municipal. A regulamentação tem por base o substitutivo apresentado pelo relator, senador Lasier Martins (PSD-RS), a projeto de lei (PLS 116/2017 – Complementar) da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE). A matéria ainda passará por três comissões, a começar pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Pelo texto, o desempenho funcional dos servidores deverá ser apurado anualmente por uma comissão avaliadora e levar em conta, entre outros fatores, a produtividade e a qualidade do serviço. Deve ser garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Fatores de avaliação

De acordo com o substitutivo, a apuração do desempenho do funcionalismo deverá ser feita entre 1º de maio de um ano e 30 de abril do ano seguinte. Produtividade e qualidade serão os fatores avaliativos fixos, associados a outros cinco fatores variáveis, escolhidos em função das principais atividades exercidas pelo servidor no período. Estão listados, entre outros, “inovação, responsabilidade, capacidade de iniciativa, foco no usuário/cidadão”.

A idéia é que os fatores de avaliação fixos contribuam com até metade da nota final apurada. Os fatores variáveis deverão corresponder, cada um, a até 10% da nota. A depender da nota final, dentro de faixa de zero a dez, o desempenho funcional será conceituado dentro da seguinte escala: superação (S), igual ou superior a oito pontos; atendimento (A), igual ou superior a cinco e inferior a oito pontos; atendimento parcial (P), igual ou superior a três pontos e inferior a cinco pontos; não atendimento (N), inferior a três pontos.

Demissão

A possibilidade de demissão estará configurada, segundo o substitutivo, quando o servidor público estável obtiver conceito N (não atendimento) nas duas últimas avaliações ou não alcançar o conceito P (atendimento parcial) na média tirada nas cinco últimas avaliações. Quem discordar do conceito atribuído ao seu desempenho funcional poderá pedir reconsideração ao setor de recurso humanos dentro de dez dias de sua divulgação. A resposta terá de ser dada no mesmo prazo.

Também caberá recurso da decisão que negar, total ou parcialmente, o pedido de reconsideração. Mas essa a possibilidade só será aberta ao servidor que tiver recebido conceito P ou N. O órgão de recursos humanos terá 15 dias, prorrogáveis por igual período, para decidir sobre o recurso.

Esgotadas todas essas etapas, o servidor estável ameaçado de demissão ainda terá prazo de 15 dias para apresentar suas alegações finais à autoridade máxima da instituição onde trabalha. O substitutivo deixa claro também que a insuficiência de desempenho relacionada a problemas de saúde e psicossociais poderá dar causa à demissão, mas apenas se a falta de colaboração do servidor no cumprimento das ações de melhoria de seu desempenho não decorrer exclusivamente dessas circunstâncias.

Carreiras de Estado

Para as carreiras de Estado, ficou estipulado que a exoneração por insuficiência de desempenho de servidores vinculados a atividades exclusivas de Estado dependerá de processo administrativo específico, conduzido segundo os ritos do processo administrativo disciplinar.

Rejeição

Durante a discussão, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) apresentou voto em separado pela rejeição. Justificou que sua divergência não se fundamentava na “defesa cega” de supostos privilégios dos servidores, esse um discurso de defensores do Estado mínimo e do desmonte das políticas públicas. Segundo ele, a proposta ainda motiva dúvidas tanto técnicas quando a respeito de seus objetivos.

— Há dúvidas razoáveis sobre seus fins políticos reais, direcionados, em alguma medida, a favorecer um expurgo arbitrário do serviço público, com vistas à redução do tamanho do Estado, numa perspectiva econômica ortodoxa, arcaica e, sobretudo, autoritária — sustentou.

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que pediu verificação de presença na votação, disse que o momento não é próprio, nem a forma do projeto serve para abrir um debate tão importante. Para ela, há o risco de se cometer inúmeras injustiças com os servidores. Lamentou que nove emendas suas tenham sido rejeitadas e a apontou hipótese de vício constitucional no projeto, pois iniciativas referentes a carreiras de servidores caberiam apenas ao Executivo.

"Meritocracia"

A senadora Ana Amélia (PP-RS) disse não associar o projeto com o fim da estabilidade, mas, sim, como defesa da “meritocracia”. Outros senadores, como Eduardo Braga (PMDB-AM), mesmo defendendo a proposta, disse que ainda há necessidade de aprimoramento, que podem ser feitos nas próximas comissões que analisarão a matéria.

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) concordou com a tese de Braga de que o desempenho do servidor muitas vezes é prejudicado pela falta de condições de trabalho, mas disse que isso não é motivo para que não se façam avaliações de desempenho.

— É possível identificar às vezes, em precaríssimas condições materiais, servidores que se superam em meio a essas limitações e dão belos exemplos cotidianamente do seu compromisso e, verdadeiramente, daquilo que eles internalizam como sendo a sua missão — afirmou Monteiro.

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) votou a favor, mas também apontou a possibilidade de vício de constitucionalidade. No caso de leis complementares, que se aplicam a todos os poderes e entes federativos, ela afirmou que só é possível legislar em relação a normas gerais, e não específicas, como faz o projeto. A senadora chegou a defender o adiamento da votação para que o assunto fosse melhor estudado, mas observou que ajustes podem ainda ser feitos nas demais comissões.

Fonte: Agência Senado

O Sindetran trás estas informações para alertar os servidores do quanto nossos representantes no Congresso estão distantes da realidade do serviço público, nem se deram ao trabalho de saber que a avaliação de desempenho já é feita.

Recebemos um texto atribuído a juíza Valdete Severo da Justiça do Trabalho. Este texto levanta algumas reflexões que nos parece pertinentes.

"Esta manhã Ricardo Boechat comentou o PL 116, que facilita a demissão de servidor público por "mau desempenho"...

Mandei e-mail para ele, pedindo que reflita sobre a defesa que fez de mais essa precarização... compartilho aqui com vocês.

Caro Boechat

Escuto todas as manhãs teu programa. Sou juíza do trabalho em Porto Alegre, e Doutora em Direito do Trabalho pela USP.

Esta manhã, falastes do projeto defendido por Lasier Martins, que infelizmente foi eleito pelo meu estado.

Pois bem, gostaria de esclarecer alguns pontos importantes.

Em primeiro lugar, a lei vigente (Lei 8112) já permite a demissão do servidor que não desempenhar bem suas funções (artigos 127 e seguintes). Então, nesse aspecto, não há novidade. Os servidores também já são avaliados periodicamente.

A novidade é inserir critério subjetivo para o que será considerado “mau desempenho”, a fim de facilitar a demissão.

Note que a possibilidade de utilização de critério subjetivo permite que o administrador descarte, inclusive, o servidor que com ele não compactua em termos de ideologia política, por exemplo. Ou seja, permite que a ameaça de perda do emprego seja fator de facilitação de perseguição política e assédio moral no serviço público. E isso em uma realidade na qual já está ocorrendo sucateamento das instituições públicas, parcelamento de salários e perseguição política.

Bem sabemos do momento de exceção em que estamos vivendo.

Tu dissestes no programa de hoje que os serviços públicos muitas vezes são mal prestados. É verdade. O problema, porém, não é a garantia que os servidores têm contra a despedida. Se isso fosse verdade, os serviços de telefonia, já privatizados, seriam eficientes. Não são. Temos estruturas deficitárias, demandas em quantidade maior do que a capacidade de atendimento e tantos outros fatores que teriam de ser considerados e que impedem a análise simplista que joga a culpa sob os ombros dos servidores.

Praticamente todos os países ocidentais (todos os europeus certamente) reconhecem garantia contra a despedida para empregados de empresas privadas e estabilidade para várias categorias. Nem por isso, os serviços na Alemanha, por exemplo, são mal prestados.

Servidores não tem privilégios, tem direitos!

Direitos que deveriam ser estendidos à iniciativa privada, e não suprimidos.

Não podemos capitular diante de um discurso liberal que está rifando direitos mínimos. O mesmo já ocorreu com a reforma trabalhista, que sob falsos argumentos precariza ainda mais as condições de quem trabalha no Brasil, prejudicando com isso não apenas o trabalhador e sua família, mas também o próprio mercado interno, porque reduz consumo; o próprio estado, porque suprime base de arrecadação para a previdência.

Retirar proteção para o trabalhador servidor (que na realidade do estado que o senador Lazier representa está  tendo seus salários parcelados), privatizar, retirar direitos trabalhistas, é criar instabilidade. Ou seja, é ruim para todos.

A questão aqui não passa pela qualificação do serviço, mas pela intenção de reduzir ainda mais o número de servidores, prejudicando a prestação eficiente do serviço. 

Essa lei, se aprovada, ao lado da EC 95, implicará a completa falência dos serviços públicos que, para a realidade concreta de um número expressivo de brasileiros, é a única via para obtenção de saúde, segurança ou justiça.

A proteção contra a despedida que é direito dos servidores, atende ao interesse público, pois evita (ou tende a evitar) que esses trabalhadores atuem pressionados pelo medo da perda do trabalho, permite que se qualifiquem ao longo do tempo e lhes dá a tranquilidade para bem exercer seu mister.

Caro Boechat, em um país com tantos desempregados e miseráveis, com tão alta concentração de renda, deveríamos estar batalhando para estender aos empregados da iniciativa privada o direito de não serem despedidos, senão pelo cometimento de falta grave como, repito, já é possível hoje, pela legislação vigente, em relação aos servidores públicos.

Será que não retrocedemos o suficiente com a reforma trabalhista?

Chega de retirar direitos sociais!

O que conseguiremos com isso será a potencialização da miséria, da violência urbana, das doenças ligadas à instabilidade da vida contemporânea.

Esse discurso de retirada de direitos não promove avanço, não irá qualificar a prestação do serviço público. E não atende ao anseio da sociedade, basta ver os números da consulta pública no site do Senado (101605 contra e 34820 a favor).

Por te considerar um dos melhores comunicadores da atualidade no Brasil, te peço que reflita acerca da defesa desse projeto nefasto, cuja “propaganda” é já enganosa, pois distorce a realidade vigente. E cujas consequências atingirão, inclusive, o cidadão que busca tais serviços.

Abraço fraterno,

 

Valdete Souto Severo"

 

SINDETRAN/DF: INFORMAÇÃO É PODER

Domingo, 08 Outubro 2017 08:00

COLETIVO DE MULHERES

O Coletivo de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília definiu na sexta (15/09), uma pré-agenda de atividades e mobilizações para os “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher”. A idéia é realizar campanhas de conscientização por meio de panfletagens, atividades culturais e atos em pontos estratégicos da cidade. O Coletivo também decidiu uma pré agenda para o Dia Nacional de Luta por Creches.

A falta de compromisso do governo Rollemberg precarizou, de forma significativa, o atendimento às crianças de 0 a 3 anos no Distrito Federal. Só em 2016, o GDF deveu oito mil vagas em creches públicas, descumprindo a meta do Plano Distrital de Educação (PDE).

Para a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília, Sônia Correia, esse lamentável quadro precisa ser revertido. “A falta de vagas em creches públicas inviabiliza a permanência das mães no mercado de trabalho”, lembra a sindicalista.

A reunião ampliada, com a participação de movimentos sociais, estudantis e sindicatos, foi realizada na sexta (22/09) para organizar e fechar todas as atividades que serão desenvolvidas.

As atividades dos 21 dias de ativismo começarão em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, e ainda conta com datas emblemáticas como o Dia Mundial de Combate à AIDS (1º de dezembro) e o Dia do Laço Branco (6 de dezembro). O encerramento será no Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro).

Todas as mobilizações serão realizadas em conjunto com a Secretaria de Política Social, de Saúde do Trabalhador, Relações de Trabalho e de Combate ao Racismo da Central.
Para a Secretária de Mulheres da CUT Brasília, Sônia de Queiroz, trabalhar em unidade para empoderar a mulher, esclarecer seus direitos e conscientizar a população, é um papel fundamental dos sindicatos e movimentos sociais.

“Nossa motivação para trabalhar nesses 21 dias é lutar contra qualquer tipo de violência, seja ela verbal,física ou moral contra todos. Mas, a mulher trabalhadora é quem mais sofre. Por isso, a mobilização e luta serão intensa”, declarou.
Segundo pesquisa do Datafolha, uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência no ano de 2016. Só de agressões físicas, 503 mulheres brasileiras foram vítimas a cada hora.

Para a Secretária de Mulheres da entidade, Sônia de Queiroz, é mais um ano que a violência contra a mulher está presente na sociedade e com números elevados. “É importante que todos os dias a violência contra a mulher seja repudiada em nossa sociedade. Todos os anos, a secretaria de mulheres da CUT está presente na luta e nesse não será diferente. Precisamos de todas as companheiras para construir as atividades que serão realizadas”, declarou.


Fonte: CUT Brasília

SINDETRAN/DF: AO LADO DAS MULHERES

 

Quinta, 14 Setembro 2017 16:03

Parecer sobre o PLC 122/2017

O Sindetran solicitou a Riedel Resende Advogados e Associados um parecer sobre a proposta de mudança na aposentadoria do servidor. Diante de tantas promessas não cumpridas, acordos vazios, descumprimento de Leis e ataques diretos aos servidores, impossível acreditar na boa intenção do GDF.
É importante que o servidor fique atento às convocações e compareçam à CLDF para mostrarmos que mais esta maldade não passará em branco.

Resultado de imagem para não mexa em nossa aposentadoria

 

Devemos olhar para nossos representantes e dizermos que eles não irão nos representar caso aceitem acordos para acabar com nossos direitos. Leiam atentamente os anexos com o parecer da Riedel e o estudo comparativo. Estes documentos foram elaborados por quem não fez acordo, quem não tem cargo político ou interesse nos ganhos que a aprovação do PLC 122 possa trazer. Nossos Advogados estão dioturnamente estudando para defender nossos direitos e nos orientar sobre os riscos que estamos correndo.

Parecer

Estudo Comparativo

SINDETRAN/DF: A VIGILÂNCIA É CONSTANTE E A LUTA É CONTÍNUA

O Sindetran-DF irá realizar uma assembleia no dia 4 de julho de 2017, às 16h30, para alteração estatutária. Esta alteração visa uma adequação às leis e deixar nosso estatuto mais atual e dinâmico.

Tentaremos colocar algumas perguntas para que possamos esclarecer as mudanças:

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O Sindetran-DF continuará o mesmo? Sim, alteramos o nome retirando a nomenclatura das carreiras, evitando assim a necessidade de alteração caso as carreiras mudem.

Vai mudar a minha contribuição? Continua de 1% da remuneração, excluindo as deduções da contribuição para o regime de previdência social, do imposto de renda e auxílios, não incidindo sobre o 13º (décimo terceiro) salário nem remuneração de férias.

Haverá mudanças na diretoria? Sim, acrescentamos o cargo de Vice Diretor Financeiro e o Diretor de Relação Institucional e Política. No caso do financeiro, visa evitar problemas jurídicos e bancários no caso de impedimento do Diretor Financeiro. O outro cargo surgiu da necessidade de termos alguém exclusivamente buscando a ponte institucional e política.

Teremos eleições este ano. O que vai mudar?  As eleições ocorrerão normalmente. Foram feitas algumas alterações quanto aos prazos para que possamos ter mais tempo para a campanha e que a comissão eleitoral também tenha mais tempo. Assim vamos evitar atropelos e maiores gastos no processo.

Estas são algumas alterações propostas. Em sua maioria elas foram colhidas por sugestões dos filiados e com a revisão do nosso jurídico. É de suma importância a sua participação. Nosso Estatuto é a nossa lei, nele temos explicitado nossos direitos e deveres além de tudo que regulamenta as ações do nosso sindicato. Venha discutir e aprovar nosso estatuto, ele é seu.

Conheça a proposta

 

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SINDETRAN-DF: CONHECIMENTO É PODER

Quarta, 26 Abril 2017 13:19

GREVE GERAL E DIAS SOMBRIOS

Dalai LamaCaros colegas,

Compreendemos certo abatimento que tomou conta de vários colegas. estamos vivendo momentos muito sombrios e com poucas chances de termos êxito, em curto prazo, contra as forças que nos assolam. Nossas chances estão justamente em mostrarmos nossa indignação e disposição de lutarmos a despeito de todas as pressões e ameaças.

Não só na estância federal, mas também na distrital, estamos sendo responsabilizados pela falta de gestão e desvio de verbas. O servidor está sendo colocado como detentor de salários milionários, aposentadorias nebabescas e regalias estratosféricas.

Trabalhamos para o povo brasileiro independente de quem governa o País ou o Distrito Federal. O servidor prestou concurso público e se aposenta após 30 anos de contribuição. Não estamos trabalhando porque "conhecemos" políticos, não nos aposentamos depois de um ou dois mandatos. Pertencemos a classe trabalhadora e, como tal, temos direito a segurança no trabalho. Cada um de nós exerce um cargo, tem uma profissão. Até hoje, a "profissão" político não consta na lista de profissões regulamentadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mas este sim, se aposentam sem contribuir por trinta anos, sem idade mínima e com seus salários intactos, diferente de nós.

 Além de vários PLs que estão ampados na Câmara Legislativa do DF, nosso ilustríssimo governador nos brindou com o PLC 106/2017. Este PLC travestido de regulamentação da avaliação periódica de desempenho, nada mais é que nos colocar a mercê das chefias e abrir brechas para facilitar demissão de servidor e impor o medo de luta por direitos.

Sabemos que nossa luta é desigual e difícil, podemos ter algumas perdas imediatas, mas sem ela iremos perder tudo que lutamos ardualmente para conquistar. Temos a nosso favor o fato de que os políticos vêm e vão, mas nós permaneceremos para continuarmos a lutar. David venceu o gigante Golias porque sabia das suas limitações, sabia que a sua luta era justa e tinha a seu favor a arrogância de quem se acha invulnerável.

Vamos demonstrar que contra um exército poderoso, podemos lutar com o brio e determinação. O Detran é a nossa casa e não iremos deixar que ninguém derrube suas paredes. Venham para seus postos de trabalho e cruzem seus braços. Mostrem que não nos imtimidamos com a pressão das chefias que só estão aí para defender o governo e manter-se em seus cargos. Algumas chefias ganham para isso e não se importam com o servidor e nem com o Detran, só com elas mesmas. Conversem com seus colegas e os tragam para a luta. A luta é de todos, sem ela, a derrota será de todos também.

 

SINDETRAN/DF: EM DEFESA DA APOSENTADORIA E DOS DIREITOS TRABALHISTAS

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